sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Ambiente ameaçador

Nada mais horrível para se viver que estar inserido em um ambiente ameaçador. Já vi cenas deste tipo de comportamento tanto em instituições de ensino quanto em famílias. Esta forma de ambiente em nada é construtiva, porque é adestradora. Para controlar alguém se usa de ameaças, por exemplo, se não comer tudo não come o doce, se não se comportar direito não vamos ao cinema, entre outras. O que ensinamos e educamos agindo assim? Simples. Ensinamos e educamos a serem pessoas fracas, controladoras e com autoestima baixa. Ameaçar os outros é sinal de fraqueza, de desamor. Quem realmente diz que ama alguém seja um filho (a), aluno (a), não ameaça, pois sabe que se fizer isto não estará ensinando e educando, mas sim adestrando alguém para que este responda exatamente o que você quer. Pior, também é quem se deixa ameaçar e cede a esta pressão. Isto não é um ambiente salutar, mas sim de patologia psicológica. Quando alguém é forte não precisa usar deste tipo de comportamento, porque tem consciência que isto em nada constrói um ser humano, pelo contrário acaba-o sufocando, e viver dentro de um ambiente sufocador aos poucos; isto pode se tornar uma doença física. Pensem e reflitam sobre suas atitudes sempre, mais do que isto, reflitam e se autoconheçam sempre.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

"Tem que pedir para usar"

Uma criança disse assim a um adulto: “Você usou meu computador sem pedir?” O adulto estressado e sem entender direito o que havia sido pedido respondeu: “mas eu posso usar sem pedir, fui eu quem pagou este computador.” A criança muito esperta respondeu: “tá bom, se é assim posso usar as suas coisas também sem precisar pedir.” Ensinar e educar respeito exige que ambas as partes cumpram o combinado e o prometido. Se é uma regra em casa ou mesmo na escola que se for usar algo de outra pessoa deve ser pedido, a regra vale para todas as situações e pessoas, independente se as mesmas possuem diferenças de idade ou até mesmo de poder (dinheiro). A fala citada anteriormente demonstra que o pai teve uma atitude autoritária e mais ainda educou que o dinheiro é quem manda e não as pessoas. O “ter” está em primeiro lugar e não o “ser”. Eduquem e ensinem que pedir as coisas de outras pessoas é sinal de educação e respeito pelo outro.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Preocupações de crianças

Uma mãe me fez o seguinte questionamento em uma rede social. As crianças pequenas possuem preocupações? Vamos à resposta: SIM! As crianças possuem preocupações, diferentes das preocupações do adulto, mas que não deixam de ser preocupações. Outro dia conversando com uma menina de 7 anos: sua preocupação era o arranjo de cabelo que ela iria fazer para ir à escola. Vocês devem estar a pensar: mas que preocupação boba. Pois é, parece boba para nós, adultos, que temos que nos preocupar em ganhar dinheiro, em fazer nossos afazeres domésticos. Mas para a criança isto pode se tornar um problema quando, por exemplo, ela queira que seu cabelo seja liso e é crespo. As preocupações ao longo de nossa vida vão se modificando. Ensinar e educar desde cedo como lidar com elas é importante e necessário; assim, quando adultos saberão lidar com as preocupações maiores sem grandes problemas psicológicos e/ou físicos.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Desculpa para não ir à escola

As crianças algumas vezes não querem ir à escola e pedem para faltar. Cuidado com as desculpas que elas dão para não querer ir; dependendo do que seja a desculpa, desconfie e se certifique do que a criança está dizendo. Por exemplo: eu não quero ir à escola por que está frio, chovendo muito, é uma coisa quando isto é verdade. Já presenciei crianças mentindo e combinando situações com os amigos no condomínio para faltar à aula para brincar. E pior: cada um inventou uma desculpa e todos conseguiram enganar seus pais, isto é que eu digo que é perigoso. Portanto, certifique-se se estão falando a verdade ou não. Quando desconfiar de algo pergunte, investigue, mas não brigue e nem fale alto, somente pergunte e veja realmente qual é o motivo deles quererem faltar. Dependendo da situação, analise com as crianças o prejuízo desta falta, como farão para repor este conteúdo perdido, o quanto isto prejudica ou não sua aprendizagem. Isto é formar consciência, ensinar e educar de forma correta. Agora se a criança quiser faltar e arcar com os prejuízos depois, a escolha é dela. Não devemos mandar, cobrar, quem de nós nunca faltou à escola para fazer algo bem mais divertido? Mas isto deve ser uma exceção e não regra.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Comunicado

Meus seguidores Estou em processo de mudança de cidade e estou envolvida em projetos novos de trabalho, devido a este fato preciso de um tempo no qual não publicarei textos, assim que retornar aviso novamente. Muito Obrigada e fiquem em paz. Beijos...

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Como lidar com as chantagens quando a criança fica doente?

Quando ficamos doentes, tornamo-nos mais carentes, isto tanto faz ser adulto ou criança. Agora saber lidar com esta carência é importante e não ceder a chantagens neste momento é tão relevante.
 
A criança pode pedir neste momento para superar sua carência brinquedos, jogos, comidas etc. Um pedido destes precisa ser muito bem pensado e elaborado por parte do adulto para não ceder a chantagens emocionais. Veja se é realmente uma vontade ou se estão aproveitando deste momento para realizar outros desejos anteriores à doença.
 
Uma coisa é fazer uma comida que a criança gosta para ela se alimentar; outra é comprar um presente caro sem ter como fazer isto somente para satisfazer este desejo e capricho. No lugar de ensinar e educar corretamente, estará ensinando a ceder a pressões emocionais e chantagens sem necessidade.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Como ensinar a criança a ficar forte?

Algumas crianças demonstram insegurança quando são comparadas na escola pela professora ou por outros colegas, ficam inseguras e podem apresentar dificuldades para aprender não por que não são capazes, mas por que não são ensinadas e educadas corretamente.
 
O que fazer neste caso? Aqui a família terá papel fundamental, porque elas serão o apoio necessário e complementar no cotidiano desta criança. Então as lições de casa aqui devem funcionar como se fossem aulas particulares para as crianças. Para isto é necessário que os pais fiquem junto, esclareçam as dúvidas dos pequenos e irem além nesta aprendizagem. Por exemplo, se na escola a criança está aprendendo contas de adição, em casa além da tarefa normal os pais podem e devem preparar exercícios extras de reforço para seus filhos.
 
Mas vocês devem estar se perguntando: mas isto não é o papel dos professores? Eu respondo: também é o papel dos professores assim como os dos pais. O que custa fazer exercícios extras, não tem tempo? Doem um pouco deste tempo para seus filhos, somente assim irão ajudar em seu desenvolvimento integral. Se fizerem isto, a criança recupera o que está perdido e poderá melhorar consideravelmente suas notas e seu aprendizado na escola. Com esta melhora sua autoestima aumenta e sua insegurança vai embora. Tão simples...