Assistam a entrevista na CBN Campinas no dia 1 de outubro das 10:00 as 11:00 hs.
Quero aqui agradecer aos amigos: João Carlos de Freitas e o Flavio por ter me convidado para participar desta entrevista. Muito Obrigada!
terça-feira, 27 de setembro de 2016
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Livro Educação Infantil para a Sustentabilidade
RESUMO DO LIVRO: EDUCAÇÃO INFANTIL PARA A SUSTENTABILIDADE – ATUALIDADES - DESAFIOS – AVANÇOS
1ª Parte - ATUALIDADES: discuti os problemas enfrentados hoje na educação infantil no Brasil tais como:
• educação infantil como direito das crianças e não das mães;
• o problema da superlotação em algumas creches e pré-escolas no qual o projeto pedagógico fica em detrimento ao educar e cuidar;
• Educação de tempo integral.
2ª Parte – DESAFIOS: este tópico abrange os problemas quanto à formação de profissionais qualificados para o trabalho na educação infantil. Os cursos de licenciatura (PEDAGOGIA) no Brasil hoje não formam pessoas qualificadas para exercerem a função de professor e por este motivo não temos pessoas aptas para atuarem em uma escola sustentável.
3ª Parte –AVANÇOS: Aqui é discutido todo o projeto arquitetônico e pedagógico para a construção de uma escola sustentável, os itens abrangidos neste segmento são:
• Currículo e metodologia sustentável,
• Espaços sustentáveis
• Rotinas e relações dentro da escola sustentável.
PARA COMPRA-LO:
http://www.agbook.com.br/book/217845--Educacao_Infantil_para_a_Sustentabilidade
1ª Parte - ATUALIDADES: discuti os problemas enfrentados hoje na educação infantil no Brasil tais como:
• educação infantil como direito das crianças e não das mães;
• o problema da superlotação em algumas creches e pré-escolas no qual o projeto pedagógico fica em detrimento ao educar e cuidar;
• Educação de tempo integral.
2ª Parte – DESAFIOS: este tópico abrange os problemas quanto à formação de profissionais qualificados para o trabalho na educação infantil. Os cursos de licenciatura (PEDAGOGIA) no Brasil hoje não formam pessoas qualificadas para exercerem a função de professor e por este motivo não temos pessoas aptas para atuarem em uma escola sustentável.
3ª Parte –AVANÇOS: Aqui é discutido todo o projeto arquitetônico e pedagógico para a construção de uma escola sustentável, os itens abrangidos neste segmento são:
• Currículo e metodologia sustentável,
• Espaços sustentáveis
• Rotinas e relações dentro da escola sustentável.
PARA COMPRA-LO:
http://www.agbook.com.br/book/217845--Educacao_Infantil_para_a_Sustentabilidade
terça-feira, 13 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
NOVIDADE!
Esta semana estarei fazendo o lançamento do meu novo livro sobre Educação Infantil para a sustentabilidade, aguardem!
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Comunicado
Caros leitores.
Estou escrevendo e formatando meu novo livro que terá lançamento em breve, por isto estou impossibilitada de publicar novos textos aqui no blog, peço desculpas em breve retorno.
Beijos e obrigada pela compreensão.
Vanda Minini
Estou escrevendo e formatando meu novo livro que terá lançamento em breve, por isto estou impossibilitada de publicar novos textos aqui no blog, peço desculpas em breve retorno.
Beijos e obrigada pela compreensão.
Vanda Minini
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
VALE A PENA LER DE NOVO - Planejamento Colaborativo: Professores e Alunos
Todo início de ano estabelecemos metas pessoais para executá-las durante o ano inteiro. Algumas vezes, impossíveis de serem alcançadas, outras, ao contrário, fáceis de serem realizadas.
Na Educação não é diferente. Todo início de ano letivo planejamos as metas educacionais a serem atingidas pelos alunos, na etapa que estão inseridos, seja na Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio ou Superior.
Todos os professores elaboram os objetivos gerais e específicos, os conteúdos, a metodologia, os recursos e a avaliação para o ano letivo, o semestre, o bimestre e a aula propriamente dita.
Fico questionando se os planejamentos não estão fora da realidade da escola e dos próprios alunos. Muitas vezes vejo alguns planos de aula que são inatingíveis, pela própria condição socioeconômica, na qual a escola está inserida. Questiono: Por que isso acontece? Será que não viram que tal atividade seria impossível de ser realizada? Então, para que fazer planejamento, só para mostrar para alguém, por descaso, por falta de experiência, por falta de consciência, despreparo na formação, enfim, são vários os pensamentos que rondam minha indignação.
Vou-lhes narrar um acontecimento, sem nomes é claro, por questões éticas, para reflexão. Uma vez vi uma professora desenvolvendo o conteúdo sobre o meio ambiente. Na sala haviam cartazes feitos com papel pardo, com recortes de revistas e muitas árvores, flores e animais, com os dizeres: “Preserve o meio ambiente, ele é o nosso lar”, outro dizia: “O meio ambiente é composto de plantas e animais, temos que cuidar para que eles não morram”. Percebia-se que a atividade foi realizada pelo grupo. Vamos refletir... Ao realizar esta atividade, os alunos usaram papel, cola etc. Ao fazer a atividade, eles já estavam sendo contraditórios e não preservando a natureza, uma vez que o papel é feito de árvores, muitas vezes, florestas não renováveis. Esta mesma sala estava com as carteiras rabiscadas, sujas, paredes descascadas, sem pintura, luminárias quebradas e com vários papéis e cascas de lápis espalhados pelos chão. Fica aqui a minha inquietação, não seria melhor trabalhar com os alunos, o meio ambiente a partir da própria sala de aula e que passam boa parte do tempo do seu dia? Porque na minha concepção, se eu preservo o ambiente em que vivo, é claro que esta conscientização se espalhará por todos os lugares que convivo.
O planejamento na educação tem de ser pensado de maneira profunda e não superficialmente. Se refletirmos sobre o plano desta professora, perceberemos que ela não tem consciência do que faz, muitas vezes repete algo que foi realizado com ela em sua formação, e simplesmente ela reproduz. Para ela, o conteúdo ministrado, aos seus alunos, sobre meio ambiente foi trabalhado de maneira eficaz e eficiente. Não devemos culpá-la, simplesmente entender o processo e não fazer igual.
Outra inquietação, um planejamento bem elaborado, refletido e com consciência vai acontecendo ao longo do processo de ensino e aprendizagem. Acredito ser muito incoerente e sem propósito, termos um plano de ensino para todo o ano prontinho, somente esperando ser executado. Não que isto esteja errado, pois algumas instituições adotam este procedimento, e por trás desta atitude existe uma concepção de ensino que a instituição adota. Porém, um processo de ensino e aprendizagem democrático requer que os alunos também participem, sobre quais procedimentos irão adotar, para alcançar os objetivos propostos. Para desenvolvermos pessoas críticas, estas necessitam se expressar, argumentando com lógica o que estão dizendo, quer seja oralmente ou por escrito. Mas se eu executar um plano já pronto, sem que os alunos possam opinar sobre o que pensam, como posso desenvolver a consciência crítica? Um planejamento democrático, no qual professores e alunos decidam juntos quais procedimentos irão utilizar, para alcançarem os objetivos educacionais propostos por um currículo nacional, é muito mais significativo para o grupo. Não é que os professores não vão propor nada e os alunos decidirão tudo sozinhos. Não é isto! Não entendam erroneamente, pois os envolvidos devem trabalhar JUNTOS, dando contribuições.
Isto parece utópico, mas não o é. Quando os alunos tomam decisões desde pequenos, estão desenvolvendo a responsabilidade e, pode ter certeza, participarão mais das aulas, porque sentem suas ideias valorizadas, porque as ações são escutadas. Que possuem vez e voz desde pequenos, e que, o que estudam tem sentido na vida e isso colabora para que jamais esqueçam o conteúdo, pois a experiência foi significativa, adquirindo conhecimento de fato. Muitos planejamentos parecem mais como uma brincadeira de faz de conta que usamos na educação infantil. O professor faz de conta que planejou e o aluno faz de conta que aprendeu. É preciso refletir sobre isto, pois se quisermos uma sociedade forte economica e socialmente, teremos de parar de brincar de faz de conta com a educação no Brasil, seja na Educação Básica, no Ensino Médio ou no Ensino Superior.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
VALE A PENA LER DE NOVO - Proposta Pedagógica: Construção Coletiva
Caros leitores, neste texto, abordarei sobre um documento importante que todas as instituições de ensino devem ter, quer seja de educação infantil, fundamental ou médio, trata-se da proposta pedagógica, ela é necessária, pois norteia toda a educação. Mas, o que vem a ser uma proposta pedagógica?
No dicionário da web, o termo proposta está designado como: “Ação de propor; promessa, oferta; declaração verbal ou escrita com a qual se visa obter uma concessão, realizar uma obra, estabelecer um contrato etc; proposição, sugestão.
Responsabilidade, compromisso com a verdade são elementos essenciais na ação de propor algo nas instituições de ensino. Ela não deve ser mais um papel ou agora na era digital mais um arquivo bonito para se ler, mas totalmente desarticulado da realidade. Por isso, não existe um modelo único de proposta pedagógica, pois cada instituição está inserida em um contexto social e cultural com especificidades e características sociais e culturais diversas. Uma proposta, quando bem elaborada, atende as necessidades do grupo em que está inserida. Por que digo se bem elaborada? Por que no meu caminhar pela educação, já vivi realidades inócuas.
Já presenciei direção e coordenação copiando propostas de um ano para o outro, ou pior, copiar de uma escola para outra com realidades diferentes ou propostas sendo compradas prontas por especialistas da educação. Muitas vezes, quando professoras, não sabíamos nem se existia ou não a proposta. Fico me perguntando o porque destas atitudes. Hoje como pesquisadora na área da educação, cheguei a algumas hipóteses, que divido com vocês neste momento: preguiça, falta de comprometimento, responsabilidade e motivação e não saber fazer, são alguns pensamentos que norteiam as minhas dúvidas.
Mas nada disso justifica os atos mencionados anteriormente. Trabalhar “NA e PARA” a educação requer consciência e coerência com outros seres humanos. Não estamos lidando com pedras, mas sim, com pessoas que necessitam ser ensinadas/educadas. Estas pessoas são reais com necessidades próprias, então, precisam de propostas reais, muitas vezes algumas propostas se parecem mais com filmes de ficção, totalmente alienadas e sem compromisso.
Uma proposta pedagógica deve ser elaborada dentro de cada instituição de ensino público por meio de uma gestão participativa (democrática), isto está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96, com a participação dos diretores, coordenadores, professores, alunos, pais, comunidade (ONGs, associações de bairro etc.)
Os alunos também possuem vez e voz na gestão democrática de uma escola. Participar da elaboração da proposta pedagógica de uma instituição de qualquer nível de ensino é um direito de quem está inserido na comunidade. Portanto, caros leitores, cobrem este direito dos responsáveis direto pela instituição.
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